Dona Nádia é uma doce senhora de cabelos brancos, olhar brando, fala mansa e gestos meigos. Segundo o seu pai, um sábio senhor de 90 anos, não se fazem mais pessoas como ela. Se alguém precisa de ajuda, lá está a Dona Nádia com seu sorriso discreto pronta para ajudar. Com seu jeitinho de vó, que pega o neto no colo para contar histórias de fadas e anjos, ela conquista todo mundo... E comigo não foi diferente.
Eu gosto é de gente!
Foi assim que ela começou a me contar a sua história que agora eu compartilho com vocês:
Devido a sua grande vaidade, Dona Nádia sempre gostou muito de perfumes, roupas, sapatos... Podia lhe faltar tudo, menos os seus mimos. Porém, depois de todas as experiências vividas ao longo dos anos, ela percebeu que não existia nada mais importante no mundo do que as pessoas, do que estar com as pessoas. Por isso hoje o que ela mais gosta é de gente!
Há alguns anos atrás, Dona Nádia começou a voluntariar em uma creche localizada numa região muito carente de Porto Alegre. No final de 2006 ela conheceu a pequena Helena, ou sua “linda menininha” como ela costuma chamá-la, uma menina de apenas quatro anos, olhar baixo, jeito tímido e, apesar de toda a falta de afeto, muito carinhosa. Em novembro de 2006 os pais da pequena Helena faleceram e ela, juntamente com seus irmãos, ficou sob a responsabilidade da sua irmã mais velha. Todos que conhecem a irmã de Helena dizem que apesar de todos os esforços ela não consegue dar tudo o que as crianças precisam e que por isso elas passam por muitas dificuldades. A pequena Helena, em particular, parece necessitar de uma série de cuidados especiais, pois possui uma deficiência visual que a impede de enxergar com perfeição. Em uma de suas visitas semanais a creche, Dona Nádia encontrou a pequena Helena cambaleando, agarrando-se as paredes para não cair. Foi então que Dona Nádia percebeu que a pequena estava sem os óculos, pois o mesmo havia quebrado na semana anterior. Sabendo que a família da menina não teria como adquirir um novo, Dona Nádia usou todo o seu carisma, gentileza e espírito caridoso para conseguir o apoio de um comerciante na confecção de óculos novos para Helena. Bastou apenas força de vontade, um sorriso no rosto e uma história séria e nobre para que Dona Nádia conseguisse sensibilizar as pessoas para a sua causa. Isso prova o que não é preciso mover montanhas para ajudar os outros, basta apenas tirar algumas pedras do caminho.
Na tarde em que Dona Nádia me contou essa história ela havia recém entregue os óculos para a pequena Helena que não se conteve de alegria e demonstrou isso com o mais largo sorriso de satisfação. Porém, mais do que a felicidade de saber que pode contribuir para a alegria daquela menina, a doce senhora recebeu a melhor das recompensas: um abraço sincero que lhe rendeu satisfação para todos os dias da sua vida.
Eu gosto é de gente!
Foi assim que ela começou a me contar a sua história que agora eu compartilho com vocês:
Devido a sua grande vaidade, Dona Nádia sempre gostou muito de perfumes, roupas, sapatos... Podia lhe faltar tudo, menos os seus mimos. Porém, depois de todas as experiências vividas ao longo dos anos, ela percebeu que não existia nada mais importante no mundo do que as pessoas, do que estar com as pessoas. Por isso hoje o que ela mais gosta é de gente!
Há alguns anos atrás, Dona Nádia começou a voluntariar em uma creche localizada numa região muito carente de Porto Alegre. No final de 2006 ela conheceu a pequena Helena, ou sua “linda menininha” como ela costuma chamá-la, uma menina de apenas quatro anos, olhar baixo, jeito tímido e, apesar de toda a falta de afeto, muito carinhosa. Em novembro de 2006 os pais da pequena Helena faleceram e ela, juntamente com seus irmãos, ficou sob a responsabilidade da sua irmã mais velha. Todos que conhecem a irmã de Helena dizem que apesar de todos os esforços ela não consegue dar tudo o que as crianças precisam e que por isso elas passam por muitas dificuldades. A pequena Helena, em particular, parece necessitar de uma série de cuidados especiais, pois possui uma deficiência visual que a impede de enxergar com perfeição. Em uma de suas visitas semanais a creche, Dona Nádia encontrou a pequena Helena cambaleando, agarrando-se as paredes para não cair. Foi então que Dona Nádia percebeu que a pequena estava sem os óculos, pois o mesmo havia quebrado na semana anterior. Sabendo que a família da menina não teria como adquirir um novo, Dona Nádia usou todo o seu carisma, gentileza e espírito caridoso para conseguir o apoio de um comerciante na confecção de óculos novos para Helena. Bastou apenas força de vontade, um sorriso no rosto e uma história séria e nobre para que Dona Nádia conseguisse sensibilizar as pessoas para a sua causa. Isso prova o que não é preciso mover montanhas para ajudar os outros, basta apenas tirar algumas pedras do caminho.
Na tarde em que Dona Nádia me contou essa história ela havia recém entregue os óculos para a pequena Helena que não se conteve de alegria e demonstrou isso com o mais largo sorriso de satisfação. Porém, mais do que a felicidade de saber que pode contribuir para a alegria daquela menina, a doce senhora recebeu a melhor das recompensas: um abraço sincero que lhe rendeu satisfação para todos os dias da sua vida.
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